Mais jovem advogada aprovada pela OAB

Com a carteira expedida aos 21 anos, oito meses e 24 dias, recorde é de Jussana Colovini da Silva

11/02/2010
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Mais jovem advogada aprovada pela OAB
Foto: Arquivo pessoal - Jussana Colovini da Silva
Jussana Colovini da Silva, da cidade de Alvorada – RS, é a nova recordista do RankBrasil. Em 2011, ela conquistou o título de Mais jovem advogada aprovada pela OAB.

A carteira da Ordem dos Advogados do Brasil foi expedida em 11 de fevereiro de 2010, quando ela tinha apenas 21 anos, oito meses e 24 dias.

A recordista explica que fez a prova em setembro de 2009, enquanto ainda cursava o último semestre da faculdade. “Depois de formada encaminhei a documentação e obtive a carteira na sequência”, conta.

Graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), de Porto Alegre, Jussana tem atualmente 23 anos e atua nas áreas do Direito Civil e Direito do Trabalho.

“É uma profissão muito honrosa, que sempre me chamou a atenção por ser uma função essencial à justiça e uma forma de garantir os direitos dos cidadãos”, revela, justificando a escolha pela advocacia.

Jussana também merece destaque pela graduação precoce. Ela ingressou na universidade em 2005, aos 17 anos, e concluiu o curso em quatro anos e meio, sendo que o currículo normal da PUC é de cinco anos.

Segundo a recordista, entrar para o RankBrasil é ter todo o seu esforço reconhecido nacionalmente. “Meus pais sempre deram muita importância ao estudo. Eles me incentivavam, passando a lição de que o conhecimento é primordial para a formação do ser humano e é a melhor forma de extinguir os preconceitos sociais”, destaca.

Pela conquista do recorde, além dos pais, Jussana agradece à sua irmã: “Foi ela que me ensinou a ler e escrever desde muito cedo, o que foi determinante para que eu ingressasse aos cinco anos de idade na primeira série do ensino fundamental”.

Em relação ao futuro, a recordista comenta que está cursando pós-graduação em Processo Civil. “Pretendo continuar me atualizando nas diversas áreas do Direito e seguir na advocacia, trabalhando em meu escritório”, finaliza.


Redação: Fátima Pires