Estrela mais próxima da Terra

Com uma distância aproximada de 150 milhões de quilômetros, recorde é do Sol, astro responsável pelos ciclos de vida, água e equilíbrio do planeta, o que permitiu o desenvolvimento dos seres vivos

03/02/2012
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Estrela mais próxima da Terra
A Estrela mais próxima da Terra é o Sol, que está a uma distância de cerca de 150 milhões de quilômetros e é responsável pela vida no planeta.

Apesar de ser um astro fundamental para o ser humano, o Sol é apenas uma entre aproximadamente 200 bilhões de estrelas e um entre milhões de Sóis presentes na Vila Láctea, galáxia onde se encontra a Terra.

O Sol tem diâmetro de cerca de 1.400.000km e possui em torno de 98% de toda massa do sistema solar, com temperatura que varia de 5.800°C na superfície e 15.600.000°C no núcleo.

A maior parte de sua composição é gás hidrogênio, seguido de hélio, além de outros elementos, como o oxigênio e o carbono. Todos os planetas do sistema, inclusive a Terra, giram ao seu redor.

Devido à luz e ao calor emitidos pelo Sol, existem ciclos de vida, água e equilíbrio na Terra, o que permitiu o desenvolvimento dos seres vivos e consequentemente, da raça humana.

O Sol está ativo há cerca de 4,6 bilhões de anos e tem combustível suficiente para continuar por aproximadamente mais cinco bilhões de anos, quando vai chegar ao fim de sua vida.



Translação
O movimento da Terra em torno do Sol é chamado de translação. Para completar uma volta, a Terra demora 365 dias e 6 horas. É por isso que de quatro em quatro anos existe um ano denominado bissexto, com um dia a mais no calendário, o 29 de fevereiro.

Sistema solar
Além da Terra, fazem parte do sistema solar os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

Cuidados
Observar o Sol exige cuidados para não prejudicar a visão. Olhar diretamente para esse astro, sem o equipamento correto, pode implicar em danos irreversíveis aos olhos.

As células responsáveis pela visão, quando expostas à radiação ultravioleta presente na luz solar, podem sofrer queimaduras ou até mesmo pararem de funcionar durante um tempo. Em alguns casos extremos, essa exposição pode levar à cegueira permanente.


Fontes: Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Centro de Divulgação da Astronomia da Universidade de São Paulo e Observatório Astronômico da Universidade Federal de Minas Gerais.
Redação: Fátima Pires
Tags: Mais Natureza