Brasil pode se tornar a quarta maior economia do mundo

De acordo com estudo, o país, que atualmente está na sétima posição, deve ocupar a sexta colocação em 2030 e o quarto lugar até 2050

19/02/2013
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Brasil pode se tornar a quarta maior economia do mundo
Brasil deve subir no ranking e passar o Japão até 2050 - Imagem: divulgação
O Brasil pode se tornar a quarta maior economia do mundo, segundo o estudo ‘World in 2050 – The BRICs and Beyond: Prospects, challenges and opportunities’ (O mundo em 2050 – Os Brics e além: perspectivas, desafios e oportunidades).

Publicado nesta segunda-feira (18), o levantamento que projeta os avanços econômicos dos países para os próximos 40 anos foi realizado pela empresa internacional de consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC).

De acordo com as informações, o Brasil – que atualmente está na sétima posição – apresenta ‘fortes indícios’ que até o ano de 2030 deve chegar ao sexto lugar e ainda passar o Japão em 2050, ficando atrás apenas da China, Estados Unidos e Índia.

Projeções em relação ao PIB (Paridade de Poder Aquisitivo)
2011 2030 2050
lugar país PIB (US$ bi) país projeção de
PIB (US$ bi)
país projeção de
PIB (US$ bi)
1°. EUA 15.094 China 30.634 China 53.856
2°. China 11.347 EUA 23.376 EUA 37.998
3°. Índia 4.531 Índia 13.716 Índia 34.704
4°. Japão 4.381 Japão 5.842 Brasil 8.825
5°. Alemanha 3.221 Rússia 5.308 Japão 8.065
6°. Rússia 3.031 Brasil 4.685 Rússia 8.013
7°. Brasil 2.305 Alemanha 4.118 México 7.409
Conforme os dados apresentados pela PwC, Brasil, China, Índia e outros mercados emergentes terão destaque nos próximos anos por oferecer menores custos de produção e também pelo tamanho de seus mercados de consumo.

Apesar da expectativa positiva, o relatório aponta alguns riscos políticos e macroeconômicos que ameaçam o crescimento dos emergentes, além da pressão na oferta de recursos naturais. Entre os riscos citados estão os elevados déficits fiscais.

O estudo da PwC ainda mostra que a China deve ultrapassar os Estados Unidos como a maior economia mundial no ano de 2017 pelo critério de paridade de poder de compra, e em 2027 pelas taxas de câmbio de mercado. O levantamento completo, em inglês, pode ser acessado clicando aqui.


Redação: Fátima Pires