Maior quantidade de quadros sobre ditos populares do Brasil

Maior quantidade de quadros sobre ditos populares do Brasil

Homologado: Quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

" Cada macaco no seu galho. " Carlos Palla reproduziu 36 ditos populares em quadros.


Maior quantidade de quadros sobre ditos populares do Brasil

Carlos Palla, natural de Ubá - MG, pintor, artista e artesão, pintou 36 telas sobre os Ditos Populares, entrando assim para o RankBrasil.
O artista sempre teve curiosidade sobre desenhos em artes pláticas, mesmo não conhecendo nada da área, decidiu pintar os ditos populares, “Expressões Através de Desenho”, Carlos começou sua primeira tela no final de 2005.
Passou a produzir seus desenhos em uma arte pouco conhecida, o Naïf, que é a maneira mais ingênua de demonstrar seus sentimentos através das cores da tinta.
O Naïf teve seu auge na década de 60 e 70, no Brasil quase não se encontra mais essa arte, a não ser no Museu Internacional de Arte Naïf no Rio de Janeiro, que fica no Cosme Velho (MIAN) ou em São Paulo na galeria de arte Jacques. No MIAN tem em média 6 mil obras de brasileiros e estrangeiros, desde o século XV o mais completo do mundo no gênero.
Atualmente, Carlos é reformado do exército dedicando seu tempo totalmente para a arte em geral, e promete não parar por aí, "a medida que aumenta a quantidade, vai surgindo a dificuldade", afirma o artista.
Ditos Populares Pintados:
Filho de Peixe, peixinho é
Não Cutuque onça com vara curta
Também sou filho de Deus
100% negro
Entre a cruz e a espada
Presente de grego
Mexendo em casa de Marimbondo
Macaco velho não mete a mão em cumbuca
Quem planta colhe
Cavalo dado não se olha os dentes
Devagar se vai ao longe
Vale mais um na mão do que dois voando
Quem não tem cão caça com gato
Rio que tem piranha, jacaré nada de costas
Águas passadas não movem moinho
Cada macaco no seu galho
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura
A sandália do pescador
Elo partido
Na natureza nada se perde, tudo se transforma
Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai
Cobra que não anda não engole sapo
Com quantos paus se faz uma canoa
A noite, todos os gatos são pardos
Quem planta vento colhe tempestade
Pau que nasce toro, nunca se endireita
Pé de galinha não mata pinto
Ajoelhou, tem que rezar
Dois bicudos não se beijam
Andorinha que acompanha morcego acorda de cabeça para baixo
Nem só de pão vive o homem
Vão-se os anéis, ficam-se os dedos
De grão em grão a galinha enche o papo
Tamanho não é documento
Quem espera tempo bom é sertanejo
Caminho das pedras

Redação: RankBrasil - 08/02/2007/Revisão: - jornalista Raquel Susin - 06/07/2007

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