Maior produtor de lápis do Brasil
Homologado: Quarta-feira, 28 de maio de 2008
A produção diária brasileira é de sete mil unidades, o que equivale a uma fileira de lápis que uniria Brasília a Salvador.

O RankBrasil certifica que o Brasil é o “Maior Produtor de Lápis do Mundo”, são mais de um bilhão de unidades produzidas por ano em São Carlos – SP.
A Maior Fabricante do objeto Mais Utilizado no mundo todo, o lápis, detém a liderança absoluta do mercado brasileiro, está presente no país desde a década de 50 e conta com aproximadamente três mil funcionários.
Apesar do recorde de produção pertencer ao Brasil, o recorde de consumo pertence aos norte-americanos, com dois bilhões e meio de lápis por ano. A produção diária brasileira é de sete mil unidades, o que equivale a uma fileira de lápis que uniria Brasília a Salvador.
Desde a implantação da fábrica Faber Castell no Brasil, nos anos 50, a empresa que consome 100 mil toneladas de madeira por ano, organiza estudos sobre reflorestamento e investe pesado em ações ambientais. Hoje, a empresa é auto-sustentável e tem uma reserva de madeira considerável para alguns anos, sempre respeitando sua principal matéria-prima, a madeira.
A madeira utilizada na fabricação dos lápis é o pinus, que tem um ciclo de 25 anos no Brasil propiciado pelo bom clima da região. Para um melhor desenvolvimento da árvore, o primeiro desbaste é realizado após oito anos, o próximo depois de 12 anos, e um terceiro corte acontece aos 18 anos.
Cada árvore rende em média três mil lápis, e 100% da madeira é utilizada, seus restos, como cascas e recortes, são vendidos para indústrias interessadas. O projeto é totalmente sustentável, merecendo muito respeito.
Curiosidades:
Investimento de R$ 4 milhões por ano em manutenção de áreas de reflorestamento;
9,6 mil hectares de árvores na região de Prata – MG;
Certificação da FSC – Forest Stewardship Council – conselho internacional de manejo ambiental;
Parte do material produzido é exportado para mais de 70 países;
No Brasil o ciclo da madeira pinus recebe ajuda do clima. Aqui o ciclo é de 25 anos, contra 60 anos na Alemanha e 100 anos nos países escandinavos;
Redação: Raquel Susin