Maior produtora de energia do mundo

No ano de 2012, a usina brasileira e paraguaia obteve uma marca histórica, com a produção de 98,287 milhões de megawatts/hora

02/02/2013
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Maior produtora de energia do mundo
Em 2012, usina produziu 98,287 milhões de megawatts/hora - Imagem: divulgação
A Itaipu Binacional, que é a maior usina hidrelétrica em potência instalada do país, entra novamente para o RankBrasil, por também ser a maior produtora de energia do mundo, título que mantém desde 1997.

Em 2012, a usina brasileira e paraguaia obteve uma nova marca histórica, com uma produção anual de 98,287 milhões de megawatts/hora (MWh).

O número é superior em 180 mil MWh em relação à maior usina do mundo em potência, a chinesa de Três Gargantas, que no ano passado gerou 98,107 milhões de MWh.

Enquanto a Itaipu possui 20 unidades geradoras e potência instalada de 14 mil megawatts (MW), a gigante chinesa tem 32 unidades e potência de 22,5 mil MW. Por outro lado, a hidrelétrica do Brasil e Paraguai é privilegiada pelas condições hidrológicas, uma vez que a Três Gargantas tem vazão bastante irregular.

Antes do recorde do ano passado, a marca histórica brasileira era de 2008, com 94,6 milhões de MWh. Com o número crescente, para 2013, o desafio da Itaipu Binacional é a produção de mais de 100 milhões de MWh de energia elétrica.

Fatores para o recorde
Entre os fatores que contribuíram para o recorde de produção de energia em 2012 estão a afluência distribuída razoavelmente ao longo do ano, a demanda aquecida no Brasil e Paraguai e as boas instalações de geração e transmissão.

Operação no Brasil e Paraguai
A participação da Itaipu Binacional no mercado brasileiro chegou a 19,85% em 2012, ou seja, cerca de um quinto da energia consumida no Brasil. No Paraguai, a usina atende mais de 80% de toda a demanda de eletricidade do país.

Comparações da produção
Os 98 milhões de MWh produzidos em 2012 pela Itaipu Binacional seriam suficientes, em termos de comparação, para suprir todo consumo de energia elétrica do Brasil por 83 dias e pelo mesmo período de toda a América Latina, excluindo o Brasil.


Fontes: R7, Correio Braziliense e Itaipu Binacional
Redação: Fátima Pires